Antes de ser psicóloga, eu também fui alguém que precisou se reencontrar.
Escolhi a Psicologia porque queria me transformar e, a partir dessa transformação, ajudar outras pessoas a fazerem o mesmo.
Hoje, meu trabalho é oferecer aquilo que tantas vezes fez diferença na minha própria trajetória: um espaço de escuta, compreensão e possibilidades para seguir.
Antes da Psicologia, trabalhei no mercado bancário. Em determinado momento, vivi um adoecimento e fez com que a realidade que eu conhecia deixasse de fazer sentido.
Foi nesse período que estudar se tornou uma forma de continuar. E foi também nesse caminho que a Psicologia entrou na minha vida.
Mais do que uma nova profissão, encontrei uma possibilidade de transformação, primeiro em mim, e depois no encontro com cada pessoa que passou a confiar sua história a mim.
Quando me formei em Psicologia, descobri que estava grávida. Eu estava feliz, aquele filho era muito desejado, mas a experiência da gestação não era exatamente como eu imaginava.
Eu não me sentia como achava que deveria me sentir.
Enquanto tantas pessoas falavam sobre a “magia da gravidez”, eu também vivia limitações, desconfortos e a sensação de estar doente muitas vezes. E havia uma frase que aparecia constantemente ao meu redor: “gravidez não é doença”.
Mas, para mim, aquela frase não dava conta do que eu estava vivendo.
Comecei a pesquisar. Uma pergunta levou a outra, uma pesquisa levou a outra, até que encontrei a Psicologia Perinatal.
Depois que meu primeiro filho nasceu, conheci uma outra dimensão dessa transformação: o cansaço, a sobrecarga, as mudanças no corpo, na rotina, nos relacionamentos e na própria identidade.
Pouco mais de um ano depois, engravidei novamente.
A chegada do meu segundo filho foi muito desejada, mas aquele período também foi difícil. Eu ainda tinha um bebê em casa e, muitas vezes, sentia que precisava ser duas pessoas para conseguir dar conta dos dois.
Havia amor. Havia felicidade. E havia também exaustão, necessidade de ajuda e a sensação de não ter para onde recorrer.
Essa experiência reforçou algo que hoje considero essencial na minha prática: a sobrecarga não é apenas emocional. O corpo também sente. A rotina também pesa. E pedir ajuda não deveria ser o último recurso.
Não acredito em uma psicologia que promete eliminar todas as dores ou ensinar mulheres a dar conta de tudo.
Acredito em um espaço onde seja possível compreender o que está acontecendo, reconhecer limites, construir recursos e encontrar formas mais possíveis de atravessar cada fase.
Quando estamos emocionalmente mais saudáveis, algumas coisas não deixam necessariamente de ser difíceis, mas podem se tornar mais leves de carregar.
🎓 Psicologia
Graduação em Psicologia
A base da minha formação e da minha atuação clínica.
🌿 Psicologia Perinatal
Pós Graduação em Psicologia Perinatal
Formação voltada à saúde mental da mulher e às transformações emocionais relacionadas à tentativa de engravidar, gestação, parto, pós-parto, parentalidade e perdas.
🧠 Terapia Cognitivo- Comportamental
Formação em TCC - em andamento
Abordagem que orienta minha prática clínica, com foco na relação entre pensamentos, emoções e comportamentos e na construção de estratégias concretas para a mudança.
Cursos, estudos e atualizações
A psicologia está em constante construção. Por isso, mantenho minha formação continuamente atualizada para oferecer um atendimento ético, responsável e baseado em evidências.
CRP - 06/174089